Acabei de encontrar esta foto na net e não pude deixar de a meter aqui, na altura nem soube onde tinha sido publicada. Já nem me lembrava deste dia. Que grande foto!
Parte dos elementos do CeSIUM.
Acabei de encontrar esta foto na net e não pude deixar de a meter aqui, na altura nem soube onde tinha sido publicada. Já nem me lembrava deste dia. Que grande foto!
Parte dos elementos do CeSIUM.
Correu altamente a workshop de LaTeX organizada pelo CAOS. Mais um sucesso de toda a equipa que trabalha no CAOS. Foi um dia cheio de partilha de conhecimento. Eu mais o Nuno ficamos incrédulos com o grupo heterogéneo de participantes que tínhamos; dois professores do Departamento de Estudos Germanísticos, um aluno de doutoramento, alunos de Opetometria e Ciências da Visão, vários alunos de Física e ainda, como seria de esperar, alunos de LEI. Rapidamente me apercebi que tinha um desafio nas mãos, ensinar uma linguagem a pessoas que nunca na vida tinham/irão ver código.
Decidi que quem tinha de se aperceber do potencial do LaTeX eram eles mesmos, por isso omiti, propositadamente, alguns pormenores que posteriormente eles se iam apercebendo e vendo a real filosofia do LaTeX.
A workshop foi evoluindo naturalmente, todos ficaram entusiasmados com a história do LaTeX e o verdadeiro desafio aproximava-se; fazer documentos! Rapidamente chegamos aos exercícios e o entusiasmo foi geral. Rapidamente se instalou o MiKTeX para Windows e mais algumas aplicações para MAC, enquanto isto os Linux user’s esperavam impacientemente (lolz).
Os exercícios correram todos muito bem, toda a gente conseguiu fazer os exercícios propostos e alguns até já começavam a explorar com o que já tinham aprendido até à altura. Foi muito bom!
Às 19:00 estava terminado, olhamos um para o outro e parecia que tínhamos sido agredidos violentamente por um batalhão das GOE em pleno Departamento de informática.
Estávamos cansados, mas confesso que adorei dar esta workshop e o Nuno Veloso idem.
Código da apresentação e exercícios, tar.gz com tudo.
Reacções do Nuno Veloso relativamente ao evento.
Ainda me lembro da primeira vez que vi LaTeX,acabado de entrar na universidade. De inicio pouco percebia do assunto,
limitava-me a usar os templates que os professores disponibilizavam e assim fazia os relatórios para os trabalhos. Uma vez não tive tempo para usar um destes templates e aldrabei um documento, tinha sido escrito no Word e fi-lo a se parecer, no máximo dos meus conhecimentos do word, com um template TeX. A brincadeira não correu bem e, na entrega do trabalho, o professor João Saraiva, olhando para o relatório, disse-me: “ó pá nós somos programadores, gostamos de fazer isto”.
Levei aquela frase muito a sério e aprendi LaTeX na semana seguinte, a partir daí até hoje fazer documentos em LaTeX é como uma diversão para mim.
Já lá vão 3 anos e acho que devo partilhar estes conhecimentos que aprendi em LaTeX com quem está na situação que eu estava antes de saber o que era um begin{section}.
Na próxima quarta-feira terei o prazer de dar uma WorkShop sobre LaTeX, mais o meu colega e amigo Nuno Veloso no Departamento de Informática da UMinho.
Na verdade é mais produtivo fazer documentos em LaTeX do que num sistema WYSIWYG. O tempo que se gasta em formatação de um texto, andar a mexer em caixas de texto para inserir notas debaixo de uma imagem, ir verificar o numero/nome da secção se a quiser enunciar, entre muitas outras coisas são para mim, uma autêntica dor de cabeça.
Uso LaTeX porque não me tenho que preocupar com esse tipo de coisas e tenho a certeza que o documento gerado irá sempre ter uma apresentação profissional.
Para apresentações uso LaTeX Beamer que é uma class do LaTeX. Com Beamer é estupidamente fácil fazer uma apresentação profissional. Depois farei sobre isto.
Se tiverem curiosidade podem ver alguns dos relatórios que já fiz em LaTeX, dentro de cada relatório está o respectivo *.tex e *.pdf.
Mais uma Linux Installation Party (LIP) organizada pelo Centro de Estudantes de Engenharia de Sistemas e Informática da Universidade do Minho (CeSIUM).
Eu, mais o João Moura (geko), como elementos do Centro de Apoio Open Source (CAOS) tivemos o prazer de apresentar o Linux a todos os participantes.
O evento realizou-se no Departamento de Informática da Uminho, no qual havia na verdade duas LIP’s a decorrer ao mesmo tempo em salas separadas. Eu na de Ubuntu e o geko na de Fedora.
Contamos com a ajuda de 3 membros do CAOS, por sala para auxiliar os participantes com problemas que iam surgindo aquando da instalação.
Inicialmente, os participantes, sacaram do mirror do CeSIUM a imagem de Ubuntu 7.10 Release Candidate (sabiamos que no dia seguinte saíria a versão final, mas por motivos de horário teve que ser numa quarta-feira (ninguem tem aulas de tarde).).
Enquanto se fazia download e se gravava as imagens para CD’s, tive o prazer de dar uma pequena apresentação aos participantes do que é Linux, história, etc.
A instalação foi feita, passo a passo, no meu computador e a ser mostrada num retro projector.
Durante esta, tive o prazer de conhecer todos os participantes e fiquei muito entusiasmado por saber que tínhamos naquela sala 4 caloiros de LEI, um de LCC, dois alunos do 2º Ano de LEI, um aluno Erasmus Mundus e ainda dois alunos de Engenharia Biomédica. Um grupo bastante ecléctico.
Já depois de escolher as partições e de andar com o gparted em riste de um lado para o outro, entra na sala um senhor a perguntar se era aquela a sala da LIP, rápidamente se apresentou, Amândio Antunes Gomes da Silva membro dos Serviços de Comunicações da Universidade do Minho.
Queria mostrar como se configurava a nova rede “eduroam” em Linux. Prontamente aceitei!
Como os participantes ainda estavam ás voltas com as partições, aprendia como se fazia e no fim terminava a LIP com chave d’ouro a configurar a rede a todos.
Quando dou por mim, já o Srº Amândio estava agarrado ao meu portátil a dizer para meter a password de root. Houve uns problemas que não estavam previstos e à paginas tantas o Srº Amândio já estava a travar uma batalha contra uma consola.
Eu estava colado a assistir aquele espectáculo magnífico de comandos, que eu nem conhecia a serem despejados numa consola. Assisti ainda a um manejar profissional do vi que me deixou de boca aberta.
Uma pessoa que adora o que faz. Notei que aquilo já estava a ser enfrentado como um desafio e não como um problema… Brutal!
Ao fim de uma hora e meia, a rede estava a funcionar no meu portátil. Acho que fui o primeiro aluno da Universidade do Minho a ter a rede “eduroam” a funcionar em Linux
Já deviam ser umas 19:30 e estávamos todos esgotados – participantes e pessoal do CAOS.
Continuei com a LIP;
Durante a copia dos ficheiros para o disco continuei a apresentação, agora mostrando como se organizam as directorias nos sistemas Unix.
Depois de instalar, uma breve explicação do gestor de pacotes e de alguns comandos úteis.
Muito mais poderia ser feito, como uma demonstração de alguns comandos, bash script’s, instalação e demonstração de jogos, mostrar ambientes de programação, editores, etc…
Mas isso também faz parte da aprendizagem de um Linux user…
No final o saldo foi altamente positivo, todos sairam de lá com os seus Ubuntus afinadíssimos e a saber usa-lo minimamente.
Bom… infelizmente não tenho tido muito tempo para dedicar ao haskell como pretendia, mas já á uns meses que tinha ideia de fazer um programa que guardasse toda a informação contida em vários CD’s e DVD’s afim de fazer uma base de dados dos mesmos e mais tarde facilitar-me nas pesquisas do “tal ficheiro que já nao me lembro onde está…”.
Confesso que a cadeira de MP1 lecionada pelo Professor José Nuno Oliveira me ajudou em muito para a idealização deste projecto…
Todo o código referente ao projecto pode ser encontrado no meu site do Centro de Apoio Open Source do CeSIUM …